Archive for Novembro 28th, 2007
Um novo modismo evangélico
Eu estava no culto em que um pastor alardeou que obturações de ouro seriam dadas por Deus. Em instantes, as pessoas passaram a examinar umas às outras e pasmas, choravam afirmando que muitos dentes estavam divinamente restaurados. Presenciei um evangelista norte americano soprando – pretensamente como Jesus fez em seu ministério – e pessoas sendo jogadas no chão. Assustei-me com a trivialidade com que alguns pastores relataram seus encontros com anjos. Estupefato ouvi um novo modo de orar entre os evangélicos; as preces, agora vinham entrecortadas com ordens, exorcizando demônios. Inquietei-me com uma geração de evangélicos amedrontados com maldições e pragas. Imperativos que “amarravam” demônios me deixaram desassossegado.
A igreja evangélica brasileira é muito frágil teologicamente. Por isso sofre com os mais diversos modismos. Lembro-me que, em um congresso para líderes, fui desafiado a falar sobre qual seria a próxima moda que varreria a igreja nacional. Recordo-me que precedi minha palestra afirmando que primeiramente, seria necessário entender que as forças do mercado agem com muita força na elaboração teológica. Qualquer movimento vindo do exterior e que tenha sido bem sucedido lá, será copiado. As lideranças evangélicas querem achar o método que alavancará suas comunidades. Se uma determinado estratégia mostra-se eficaz no exterior, aqui dificilmente se questionará a teologia que a alicerça. Segundo, o brasileiro é culturalmente místico. Tendemos aceitar acriticamente propostas teológicas que promovam experiências sobrenaturais. O brasileiro fascina-se pelo mistério e pela magia. Afirmei naquela palestra também, que, como o mundo pós-moderno, a igreja busca estratégias de resultado imediato.
Acredito que os modismo não podem ser detectados com antecedência. Mas qualquer que seja a próxima onda, a igreja precisa estabelecer alguns princípios. Eles ajudarão que se embarque em novidades sem discernimento crítico.
1) A teologia da Cruz.
Paulo escreveu a sua epístola aos Gálatas, preocupado que houvesse acréscimos à cruz. Os fariseus convertidos queriam que, além da doutrina da redenção, se acrescentassem alguns preceitos essenciais ao judaísmo, como a circuncisão. Sua carta procurava enaltecer a total suficiência do sacrifício de Cristo. Ele acreditava que qualquer acréscimo à expiação de Cristo não apenas enfraquecia as bases do Cristianismo, como anulava-as. ”Eu, porém, irmãos, se ainda prego a circuncisão, por que continuo sendo perseguido? Logo está desfeito o escândalo da cruz”– Gálatas 5.11.
Não seriam os movimentos de “Cura Interior” que se alastram nas igrejas evangélicas um enfraquecimento da doutrina do novo nascimento? Recebi de um leitor do Ultimato um formulário com quatorze páginas de um seminário de cura interior ministrado em várias igrejas pelo Brasil. O seminário é para cristãos que ainda carregam seqüelas do passado de pecado. A pessoa passa por uma longa sabatina, revolvendo toda a sua vida e procurando encontrar aberturas espirituais no passado que tragam maldições no presente. Buscam ser exaustivos e chegam às raias da paranóia. Indagam se a pessoa comeu cocada no dia em que se celebra Cosme e Damião, se os seus pais ou avós freqüentaram reuniões de cultos afro brasileiros. Querem saber se a pessoa sonha freqüentemente com “negros” em um flagrante preconceito que fere, inclusive a Constituição. Há encontros em que se praticam regressões até a vida intra uterina. Pede-se à pessoa que visualize o esperma do pai encontrando-se com o óvulo da mãe e que detecte sinais de maldição que tenha desdobramentos em sua vida presente. Mesmo aceitando que haja escolas da psicologia que advoguem a regressão como técnica terapêutica. Ela é inaceitável como prática espiritual. Não há como negar que uma pessoa convertida ainda pode carregar seqüelas emocionais, traumas psicológicos e até desequilíbrios psíquicos. Entretanto, é inadmissível que um cristão nascido de novo ainda necessite “quebrar” maldições de sua vida passada. A Bíblia contém inúmeros textos afirmando o contrário: “Não vos lembreis das cousas passadas, nem considereis as antigas…Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e de teus pecados não me lembro”- Isaías 43.18,25. “Pois perdoarei as suas iniqüidades, e dos seus pecados jamais me lembrarei”- Jeremias 31.34. “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”- João 8.36. “E assim, se alguém está Cristo, é nova criatura, as cousas antigas já passaram; eis que tudo se fez novo”- 2 Coríntios 5.17. Mas uma cousa faço: esquecendo-me das cousas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”- Filipenses 3.13-14. Sessões de cura interior são inócuas para preservar qualquer pessoa espiritualmente, danosas na gestação de autênticos discípulos e um horror como cura psicológica. Alguém que se submeteu a uma sessão de “Cura Interior” corre o risco de entrar em uma paranóia espiritual e descobrir que continua sofrendo com seus traumas psicológicos, e pode facilmente se desesperar pois foi-lhe prometido que Deus a curaria instantaneamente.
O Evangelho Antropocêntrico.
Desde a Modernidade e com o apogeu do Iluminismo, homens e mulheres subiram em um pedestal. O mundo ocidental acredita que merecemos ser felizes e que tudo deve gravitar em torno de nos tornar plenos. Inclusive Deus. Devido a essa visão, aprendemos um conceito religioso egoísta. Entendemos como evangelho o anúncio de um Deus que nos faça bem. Que esteja ao nosso dispor. Assim, nossas preces se resumem a pedir. Queremos que nosso louvor seja agradável a nós mesmos. Compreendemos conversão como uma descoberta que nos fez mais felizes. Hoje, muitos evangélicos aprenderam a “reivindicar” direitos e “decretar” bênçãos. Recentemente vi um adesivo colado no vidro do carro de um crente que pedia: “Dê uma chance para Deus.” Quem será que necessita de uma chance? Deus ou homens e mulheres que se rebelaram contra Deus que é amoroso e bom? Estarrecido, soube que há encontros evangélicos onde as pessoas aprendem a “liberar” perdão para Deus. É o cúmulo! Inverteram-se os papéis. Deus agora precisa ser perdoado? Urge voltar ao anúncio do Reino em que ele é Senhor Soberano e amorosamente estende sua graça para todos.
Atalhos.
Tanto as forças do mercado como a tecnologia pós moderna condicionam esta geração ao imediatismo. Acredita-se que tudo pode ser resolvido no estalar de dedos. As propagandas na televisão conseguem solucionar os problemas de limpeza de uma casa, garantem seguro médico, prometem férias felizes, dão-nos prestígio. Tudo em 30 segundos. Buscamos também resolver nossos dilemas espirituais em rápidos momentos de um culto. Infantilmente acreditamos que bastam alguns momentos de êxtase espiritual para subirmos os penosos degraus da maturidade cristã. Paulo admitiu que necessitava mais do que surtos de adrenalina espiritual: “mas esmurro o meu corpo, e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado”- I Coríntios 9.27. Não há atalhos na escola de Deus. Nada substitui o discipulado. Nenhum método suplantaria a igreja como comunidade terapêutica. Experiências com Deus se acumulam com amargas derrotas e felizes triunfos. Dia a dia aprende-se a fidelidade de Deus. Devemos olhar com cautela ministérios que prometem que em um simples final de semana os imaturos serão transformados em líderes capazes. É potencialmente desastroso montar uma estrutura eclesiástica em técnicas tão velozes.
Os modismos são sinais dos tempos. Para não sermos levados por todo vento de doutrina, portemo-nos como os bereanos, conferindo com as escrituras todas as novidades que surgem no cenário religioso. Acreditemos que passarão os céus e a terra, mas a sua Palavra permanecerá.
Soli Deo Gloria.
Autor: Ricardo Gondim Rodrigues, escritor, articulista e pastor da Assembléia de Deus Betesda.(www.ricardogondim.com.br)
1 comment Novembro 28, 2007
Doutrina, usos e costumes
Os usos e costumes é uma velha questão nos círculos pentecostais. Os usos e costumes fazem parte de todas as instituições e sociedades. Todas as igrejas têm as suas tradições, impostas ou espontâneas. Por muito tempo se confundiu costumes com doutrina, mas há diferenças significativas entre esses conceitos.
O que é costume? O lexicógrafo Aurélio Buarque de Holanda definiu costume como “uso, hábito ou prática geralmente observada”1, o dicionarista Adriano da Gama Cury definiu, de maneira mais completa a palavra costume, como “uso, prática habitual; modo de proceder; característica, particularidade; prática jurídica ou religiosa não escrita, baseada no uso; moda; traje característico ou adequado…”2 Essas definições mostram que o costume é um hábito repedidamente adotado por um determinado grupo social. Os costumes fazem parte da identidade de uma instituição.
O que é doutrina? No Novo Testamento, a palavra mais usada para doutrina é didache e significa ensino, instrução, tratado e doutrina. Segundo o teólogo Claudionor Corrêa de Andrade, doutrina é a “exposição sistemática e lógica das verdades extraídas da Bíblia, visando o aperfeiçoamento espiritual do crente”³. Doutrina, portanto, é o resultado do um ensino teológico, adotado por uma denominação ou religião.
O pastor Antonio Gilberto, M.D., apresentou em seu livro Manual da Escola Dominical4, algumas diferenças entre usos e costumes, e nesse artigo será apresentada outras diferenças, além da lista exposta pelo grande teólogo pentecostal.
a) A doutrina é de origem divina, o costume é de origem humana.
A doutrina é divina pois está baseada na inspirada Palavra de Deus. Para um idéia ser doutrina bíblica, é preciso que ela esteja exposta por todo o texto sagrado. Nunca uma verdadeira doutrina é baseada em textos isolados.
O costume é imposto por convenções humanas de maneira espontânea ou obrigatória, sendo assim, o costume é humano. Há muitos que tentam achar textos bíblicos para justificar a perpetuação de sua tradição, mas normalmente praticam a eisegese5, ou seja, dizem o que bem quer e tentam justificar na Bíblia. O teólogo Esdras Costa Bentho, escrevendo sobre a eisegese, disse:
O intérprete está cônscio de que a interpretação por ele asseverada não está condizente com o texto, ou então está inconsciente quanto aos objetivos do autor ou do propósito da obra. Entretanto, voluntária ou involuntariamente, manipula o texto a fim de que sua loquacidade possa ser aceita como princípio escriturístico. 6
Tentar justificar na Bíblia as tradições, é uma tarefa que tem levado a muitas distorções bíblicas. O melhor é reconhece-la com humana.
b) A doutrina é imutável, o costume muda.
A doutrina é permanente, ela nunca muda. A doutrina da justificação pela fé, exposta principalmente nos primeiros capítulos de Romanos, nunca mudou e nem deve ser mudada. Doutrina(bíblica) mudada é heresia. Quando Lutero resgatou a doutrina da justificação pela fé, ele orientou a igreja a voltar na perspectiva bíblica sobre o assunto. São passados mas de dois mil anos e essa doutrina nunca mudou no verdadeiro cristianismo.
O costume não é imutável. No Brasil era comum os cidadãos andarem pelas ruas de chapéus, tanto homens como mulheres, passados anos, não há mais essa costume no país. Antigamente, os pais escolhiam com quem a sua filha casaria, esse costume também mudou. É necessário que o costume mude, pois o ele está ligado a cultura local, e toda cultura é dinâmica. Mudar alguns costumes não significa passar do são para o diabólico, como muito pregam. A mudança é inevitável e deve ser bem orientada, mas, como enfatizado, é sempre necessária. É bem relevante o que o teólogo britânico John Stott, escreveu no seu livro Cristianismo Equilibrado7:
Quando resistimos a mudanças- sejam elas na igreja ou na sociedade devemos perguntar-nos se são na realidade, as Escrituras que estamos defendendo(como é nosso costume insistir ardorosamente) ou, se ao contrário, é alguma tradição apreciada pelos anciãos eclesiásticos ou de nossa heranças cultural. Isto não quer dizer que todas as tradições, simplesmente por serem tradicionais, devam a qualquer custo ser lançadas fora. Iconoclasmo sem crítica é tão estúpido quanto conservantismo sem crítica, e é algumas vezes mais perigoso. O que estou enfatizando é que nenhuma tradição pode ser investida com uma espécie de imunidade diplomática à examinação. Nenhum privilégio especial pode ser-lhe reivindicado.
Algumas igrejas estão impondo mudança de costumes, isso é um erro, que sempre levará a exageros. Os costumes mudam naturalmente, mas devem seguir orientação para não levar a práticas anti-bíblicas. As igrejas sem orientação pastoral tem aderido a costumes extravagantes, como bailes fanks em meio ao culto. Tudo deve ser feito com equilíbrio, nada de permissividade e nem de legalismo.
c) A doutrina é universal, o costume é local.
A doutrina é universal no sentido que é para todos os povos em todas as culturas. Proclamar que Jesus é o salvador , faz sentido no Brasil em 2007, como para os indianos que foram evangelizados pelo apóstolo Tomé, o primeiro missionário daquela nação, ainda no primeiro século da Era Cristã.
O costume é local. Os homens na Escócia, usam um tipo masculino de saia; no Siri Lanka, é também costume as saias para homens. Saia na maior parte do Ocidente é roupa exclusivamente feminina. No Brasil é comum comer peixe cozido ou frito, no Japão se come peixe-cru.
d) A doutrina santifica, o costume não santifica.
A doutrina bíblica santifica o crente, mediante a Palavra de Deus. Jesus disse; “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade”(Jo 17.17). O ensino da Palavra de Deus, ou seja, das doutrinas bíblicas, é um dos meios que Deus usa para levar o crente a uma vida reta, assim como escreveu o salmista: “Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra”(Sl 119.9). John Henry Jowett disse: “Você não pode abandonar os grandes temas doutrinários e ainda assim produzir grandes santos”, e o pastor A. W. Tozer escreveu: “O propósito que está por trás de toda doutrina é garantir a ação moral”. Por isso é bom lembrar que a doutrina bíblica produz, naturalmente, bons costumes.
O costume não pode santificar. Quem acredita na santificação por meio dos costumes, normalmente, é um escravo do legalismo. O pastor Antonio Gilberto escreveu a respeito do erros em relação a santificação , e citou o engano de associar exterioridade com santidade: “Usos, práticas e costumes. Esses últimos, quando bons, devem ser o efeito da santificação, e não a causa dela”.8 E bem relevante o que escreveu o pastor Ciro Zibordi no prefácio do livro Verdades Pentecostais:
Conservar não significa possuir uma falsa santidade, fazendo dos usos e costumes uma causa, e não um efeito. Como pode ser ao longo dessa obra , a observância da sã doutrina leva-nos a ter santidade interna e externa, o que implica vida santa a partir do espírito (1Ts 5.23) e manutenção dos bons costumes. Estes, pois, não devem gerar doutrinas, como vem acontecendo em algumas igrejas não legitimamente avivadas, para prejuízo de seus membros.9
O farisaísmo se caracterizava por associar sua obras a salvação de suas almas. Há muitos que fazem dos costumes doutrina e assim, pensam que para ser salvos precisam fazer isso ou aquilo. Como dizia Lutero: “As boas obras não fazem o homem bom; mas o homem bom, pratica as boas obras”. A inversão dessa ordem cria escravos do farisaísmo e não servos do Altíssimo.
e) A doutrina é um princípio, o costume é um preceito.
Há diferença entre princípio e preceito? Sim. O pastor José Gonçalves escreveu: “Os preceitos apontam para princípios e não o contrário. Um princípio é aquilo que está por trás do preceito ou norma”.10 Por exemplo, usar uma roupa social em um tribunal é uma norma, um preceito. O princípio ou doutrina por trás dessa norma, é que o tribunal é um lugar sério e não ambiente de entretenimento, para ir de jeans ou short.
f) A doutrina é verdade absoluta, o costume é uma verdade relativa.
A doutrina é sempre verdade absoluta, ou seja, é para todos, em todas as épocas e em todos os lugares. O costume é relativo, como lembra o pr. Geremias do Couto:
Ao insistirmos nos absolutos, não queremos afirmar que não haja também conceitos relativos. Essa diversidade se manifesta, por exemplo, nas comidas típicas de cada país, nos estilos da arquitetura, no estilo da vestimenta e até mesmo em relação à hora de dormir, que depende do fuso horário. Mas tais circunstâncias relativas acabam apontando para princípios biológicos absolutos; todos precisam alimentar-se, todos precisam dormir.11
O costume, por ser relativo, não deveria ser imposto como obrigação. Era comum missionários europeus tentarem impor os costumes do norte em países da Ásia e da América. Hoje, o conceito de transculturação, está ajudando muito em relação a esse problema.
Há muitas outras diferenças entre doutrina e costumes, mas fica apontado que ambas não são a mesma coisa, porém estão ligadas umas as outras. O bons costumes são aqueles que não escravizam o crente, colocando um jugo que Jesus tirou na cruz, mas sim, é resultado da boa doutrina.
Notas:
1- HOLANDA, Aurélio Buarque de. Mini-Aurélio Século XXI Escolar. 3 ed. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2000. p. 190.
2- KURY, Adriano da Gama. Minidicionário Gama Kury da Língua Portuguesa. 1 ed. São Paulo: FTD, 2001. p.265.
3- ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. 12 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p. 128.
4- Publicado pela CPAD(Casa Publicadora das Assembléias de Deus).
5- Prática de forjar o texto a fim de que justifique o pensamento próprio. Não confunda com exegese.
6- BENTHO, Esdras Costa. Hermenêutica Fácil e Descomplicada. 3 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005. p. 69.
7- Publicado pela CPAD(Casa Publicadora das Assembléias de Deus).
8- GILBERTO, Antonio. Verdades Pentecostais. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. p 142.
9- ZIBORDI, Ciro Sanches. Idem, pp 3,4.
10- GONÇALVES, José. Voto de Nazireado, prática judaizante que despreza a doutrina da graça. Resposta Fiel, Rio de Janeiro, Ano 4, n. 12, p. 26, Jun-Jul-Ago/2004.
11- COUTO, Geremias do. E agora, como viveremos? Lições Bíblicas, Rio de Janeiro, p. 39, 4. trimestre de 2005.
Autor: Gutierres Fernandes Siqueira, moderador desse site e professor de EBD. Leia o Blog Teologia Pentecostal (www.teologiapentecostal.blogspot.com)
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