OS AVIVAMENTOS ATRAVÉS DA HISTÓRIA

dezembro 19, 2007 at 10:55 am 7 comentários

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Autor: Antonio Gilberto, consultor doutrinário da CPAD

Deus é infinitamente poderoso para ainda hoje derramar sobre nós o seu Espírito como um rio transbordante, da mesma maneira como fez no passado.

IRINEU (130-200dC), bispo de Lyon, na Gália.

Declarou que no seu tempo muitos cristãos falavam línguas estranhas pelo Espírito e tinham dons, inclusive o de profecia. Irineu foi discípulo de Policarpo, bispo de Esmirna, que, por sua vez, fora discípulo de João, o apóstolo.

JUSTINO MÁRTIR (100-165dC).

Nasceu na Palestina, converteu-se em Éfeso e morreu em Roma. Nos seus escritos, mencionou os dons espirituais em evidência nos seus dias, inclusive o dom de línguas estranhas pelo Espírito Santo.

ORÍGENES (185-254dC), teólogo de renome.

Afirmou que os dons espirituais, inclusive o de línguas, eram um facto notório nos seus dias.

CRISÓSTOMO (347-407dC), patriarca de Constantinopla.

No sentido eclesiástico oriental, o termo “patriarca” designa um bispo investido de prerrogativas e precedências especiais. Crisóstomo relatou um caso em que três membros da sua igreja falaram pelo Espírito Santo em persa, latim e hindu.

AGOSTINHO (354-430dC), bispo de Hipona, no Norte de África.

Deu testemunho de que as línguas estranhas estavam em evidência no seu tempo.

WALDENSES e ALBIGENSES (1140-1280dC).

Isso no Sul da Europa, em plena Idade Tenebrosa – a Era Medieval. Eles eram dissidentes da Igreja Romana, seguidores dos princípios bíblicos da salvação e da vida cristã em geral. Os historiadores afirmam que entre eles havia manifestações espirituais em línguas estranhas, segundo o Novo Testamento.

LUTERO (1483-1546).

Falava em línguas e profetizava, conforme depoimento histórico do Dr. Jack Deer, eminente professor e historiador baptista, do Seminário Teológico de Dallas. Essa informação também é encontrada nas obras História da Igreja Alemã, de Souer (volume 3, pág. 406) e Pentecostes para Todos, de Emílio Conde, pág. 88.

ANABAPTISTAS da Alemanha (1521-1550).

Havia entre eles manifestações do Espírito, inclusive dons espirituais e línguas estranhas, como regista a história.

HUGUENOTES (1560-1650). Eram, na França, protestantes, dissidentes quanto à forma de governo da época, no respeitante à liberdade religiosa. O historiador A. A. Boddy assim escreveu: “Durante a perseguição dos huguenotes, a partir de 1685, havia entre eles os que falavam em línguas, transbordantes de fervor espiritual”.

QUAKERS (1647-1650) e os SHAKERS (1771-1774).

Eram cristãos organizados em grupos distintos, no Nordeste da América do Norte, região da Nova Inglaterra. Dos Quakers (tremedores) e Shakers (puladores), diz a obra História da Igreja, de Philip Schaff, edição de 1882, que entre esses grupos havia manifestação de dons espirituais, inclusive línguas estranhas.

METODISTAS primitivos. Líder: João Wesley (1703-1791), inglês. O historiador Philip Schaff, na sua História da Igreja, edição de 1882, relata que esses metodistas pugnavam por uma vida santa e muitos tinham dons espirituais e falavam línguas. O movimento avivalista metodista começou em 1739, em Londres. Foi no Metodismo que teve maior expressão e vulto o Movimento da Santidade, na América do Norte, entre determinadas igrejas tradicionais, após o início do século XIX, do qual, quase um século depois, surgiu o atual Movimento Pentecostal.

IRVINGISTAS. Líder: Edward Irving (1822-1834), presbiteriano, da Igreja Escocesa de Londres. Irving testemunhou, entre outros factos, que, em 1831, uma irmã solteira, por nome Hall, cheia do Espírito Santo, falou em línguas num culto de oração. A Igreja Presbiteriana local, forçou o pastor Irving a renunciar ao seu pastorado por causa do avivamento que estava ocorrendo e seiscentos membros da igreja da Regent Square, de lá saíram com aquele pastor. Isso também está averbado na obra citada acima, de Schaff.

D. L. MOODY (1837-1899), poderoso evangelista e avivalista norte-americano. Ele era baptista e pregava a salvação em Cristo de modo diferente e objectivo. Pregava a plenitude do Espírito Santo e uma vida cristã cheia do poder do alto. Acerca da sua marcante cruzada cristã evangelística de Londres, em 1873 escreveu Robert Boyd: “Moody pregou à tarde no Auditório da Associação Cristã de Moços, em Sunderland. Em pleno culto houve manifestação de línguas estranhas e profecia. O fogo espiritual dominava o ambiente” (Moody and Sankey in Great Britain, 1875). Há muitos outros exemplos de que, ao longo da história, o Espírito Santo vem sendo derramado sobre aqueles que o buscam. A mundialmente conhecida e respeitada Enciclopédia Britânica, declara: “A glossolália (o falar noutras línguas) esteve em evidência em todos os avivamentos da história da igreja” (volume 22, pág. 282, ano 1944).

O declínio espiritual da igreja

A igreja do primeiro século, pelo poder do Espírito Santo, tornou-se uma força invencível para levar o Evangelho de Cristo aos lugares mais remotos da Terra e conquistou almas para Deus em todos os locais do poderoso Império Romano, até no palácio do imperador César, como se lê em Filipenses 1:13 e 4:22. No fim do primeiro século, a espiritualidade da igreja já havia arrefecido (Apocalipse 2:4,15,20; 3:16-18). Era tão decadente o seu estado que, para cinco das sete igrejas locais mencionadas em Apocalipse 2 e 3, a mensagem do Senhor foi: “Arrepende-te” (2:5,16,22;3:3,19). Nos dias do imperador Constantino, já no quarto século, a igreja foi tutelada pelo Estado, ganhando muita fama. Mas isso fê-la perder espiritualidade e poder. A decadência continuou até que ela se transformou numa organização humana na Idade Média (500-1500dC), em vez de ser um organismo divino, como Corpo de Cristo, como revela o Novo Testamento. Como já vimos, Martinho Lutero foi um homem que experimentou a presença poderosa do Espírito Santo. Deus levantou esse baluarte cristão, por quem a doutrina bíblica fundamental da justificação pela fé foi restaurada à igreja. Lutero foi o instrumento de Deus para desencadear o Movimento da Reforma Religiosa em 1517.

Outros movimentos avivalistas que se seguiram foram pelo Senhor usados para o retorno de outras doutrinas essenciais, como:

a) O avivamento liderado por Wesley – A doutrina da santificação.

b) Os morávios – As missões.

c) O Exército de Salvação – A evangelização e a acção social da igreja.

d) O Movimento Pentecostal – A dotação de poder do alto, mediante o baptismo no Espírito Santo, com a evidência física inicial no falar noutras línguas pelo Espírito, como ocorreu quando o Senhor Jesus baptizou os salvos pela primeira vez, em Jerusalém (Atos 2:1-4). Um exame da história, do ponto de vista religioso, mostra que os trinta anos que precederam o século XIX (1870-1900) foram, na igreja cristã em geral, de declínio espiritual, de disputas teológicas acirradas e vazias, de enfraquecimento na fé cristã, de “cristianismo” formal, de rejeição do sobrenatural, de profissionalismo ministerial, de inactividade na evangelização do mundo e de conformismo quanto à frieza espiritual. Ao mesmo tempo, em diferentes pontos do globo, pequenos grupos de homens e mulheres, movidos por Deus, confessando os seus pecados com arrependimento, clamavam a Deus em oração e jejum por um avivamento de busca da Palavra de Deus, de tristeza e repúdio pelo pecado – um avivamento de santidade e de derramamento de poder do alto para reavivar a igreja. Entre muitos líderes da igreja de então reacendeu a convicção de que há para o crente um baptismo no Espírito Santo subsequente à conversão como afirma Actos 1:4-5. Surgiu também, no íntimo deles, um incontido clamor pela evangelização do mundo, mediante missões estrangeiras, bem como a busca das operações sobrenaturais de Deus, como é o caso da cura divina e demais milagres, segundo as Escrituras. Já nesse tempo de sequidão espiritual, como regista a história, houve, em diferentes pontos do globo, muitos casos de cura divina e baptismo no Espírito Santo, com a manifestação de línguas estranhas.

Fonte: Mensageiro da Paz (CPAD) de Setembro de 2007

  

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Entrevista com o pastor Isael de Araújo O Cristianismo anti-Ortodoxia

7 Comentários Add your own

  • 1. Ednardo  |  janeiro 21, 2008 às 8:09 pm

    A paz do Senhor , muito bom este comentario sobre o pentecolstalismo , mas gostaria de deixar uma opinião de algo que seria necessario para pesquisa . Como estudante da Palavra de Deus , fica muito escasso o assunnto sobre o pentescostalismo , no mundo , e a poucas fontes seguras , para nos confiarmos para nossas pesquisas , Em outro estudo posterior fale do Pentecoste no Brasil , e sua historia . muito obrigado , que Deus continue usando vcs.

    Resposta
  • 2. Dorgivau Pereira  |  fevereiro 27, 2008 às 10:11 pm

    Gostaria que os irmãos mandasse alguns estudos da palavra de Deus para mim se os irmãos poderem

    Grato!

    Dorgivau

    Resposta
  • 3. irailson  |  abril 24, 2008 às 4:53 pm

    é interessante ver declarações como estas,mas o que fica em duvida não para mim,mas é a propria confusão que esta doutrina faz,quando diz que houve manifestações de “linguas estranhas”no decorrer da historia,sendo que o relato biblico é de um dom que na realidade se trata de variedade de linguas ou seja,varios idiomas diferentes e não “linguas estranhas”com palavras incompreenciveis,e a declaração que segundo fez crisotomo vem a confirmar que o dom quando existiu ou esteve em evidencia era de variedade de linguas e não de linguas estranhas.

    Resposta
  • 4. Djalma  |  agosto 14, 2008 às 2:20 am

    O Testemunho da Igreja Cristã Histórica
    Este tópico peguei emrestado da Comuna “Presbiterianos, do Laurindo Lins:

    “O testemunho de muitos influentes pregadores, teólogos e comentaristas da história da igreja cristã, com respeito ao desaparecimento dos dons milagrosos da era apostólica, resultam ser um fator de considerável importância, especialmente quando temos homens poderosamente usados pelo Espírito para o despertamento de continentes inteiros a fé cristã, pessoas a quem seria impossível acusá-los de terem entristecido o Espírito Santo.

    1. João Crisóstomo (347-407 d.C.)
    “Este lugar está completamente obscuro. A obscuridade provém de nossa ignorância dos atos referidos e por sua cessação, sendo que esse então ocorriam, mas agora não mais acontecem”.
    Fonte: Homilias sobre a 1ª aos corintios, vol XII, os pais niceno e pós niceno. Hom 29:2.

    2. Agostinho (354-430 d.C.)
    “No período primitivo, o Espírito Santo caiu sobre quem cria e falava em línguas que jamais havia aprendido. O Espírito concedia-lhes que falassem, e estes eram sinais adaptados a época, pois precisava haver aquela evidência do Espírito Santo em todas as línguas, e mostrar que o evangelho de Deus havia de correr através de todas as línguas sobre a terra. Aquele fato foi feito com evidência e passou”.
    Fonte: Dez homilias sobre 1ª epístola de João, vol. VII. Os pais nicenos/pós niceno, VI. 10.

    3. João Calvino – (1597)
    “Pois não há demonstração em nossos olhos de todas aquelas virtudes e dos demais milagres que eram operados pelas mãos dos apóstolos; e a razão é que estes dons eram temporais”.
    Fonte: As Institutas da Religião Cristã, Vol.2, pg. 1154

    4. Thomas Watson (1660)
    “Com plena certeza, há tanta necessidade de ordenação hoje, como nos tempos de Cristo e dos apóstolos; naquele tempo havia dons extraordinários nas igrejas que agora cessaram”.
    Fonte: As bem-aventuranças, 14.

    5. John Owem (1679)
    “Os dons que em sua natureza excedem a plenitude do poder de todas as nossas faculdades, essa dispensação cessou e onde quer que alguém hoje tenha pretensão ao mesmo, tal pretensão justamente pode ser suspeita como engano farsante”.
    Fonte: Obras, IV, 518.

    6. Matthew Henry (1712)
    “O dom de línguas foi o novo produto do espírito de profecia e era concedido por uma razão particular, para que as oportunidades judia sendo removidas, todas as nações puderam ser incluídas na igreja. Estes e outros dons de profecia sendo um sinal há muito tempo cessado e foram postos de lado e não temos motivo algum para esperar reavivê-los, ao contrário se nos manda chamar a Escritura a palavra profética mais segura que vozes do céu, e ela que nos exortam a estar atentos a esquadrinhá-la e retê-las” – 2ª Pedro 1.19.
    Fonte: Prefácio ao vol IV de sua exposição do AT e NT vii.

    7. Jonathan Edwards (1738)
    “Dos dons extraordinários foram dados para por fundamento e estabelecer a igreja no mundo. Mas assim que o Cânon da Escritura ficou completo, e a igreja plenamente fundada e estabelecida, estes dons extraordinários cessaram”.
    Fonte: A caridade e seus frutos, 29.

    8. George Whitefield – (1825)
    a. Devido ao seu freqüente testemunho sobre a Pessoa e poder do Espírito, foi acusado de entusiasta por parte de alguns líderes eclesiásticos que falaram que ele tinha revivido os dons apostólicos. Esta crença foi negada firmemente por Whitefield que disse que nunca pretendeu ter estas operações extraordinárias de operar milagres ou de falar em línguas.
    b. Ele culpa o bispo e clero de Lichfield e Coventry por não distinguir a obra ordinária e extraordinária do Espírito e por considerarem que ambas haviam cessado. Dizia que a habitação interior do Espírito, seu testemunho interno, a pregação e a oração pelo Espírito, estava entre os dons carismáticos, os dons milagrosos conferidos a igreja primitiva e os quais a muito tempo deixaram de ser.
    c. Os amigos de Whitefield também o defenderam contra a mesma acusação. José Smith, pastor congregacional em Carolina do Sul, escreveu sobre o evangelista inglês: “ele renunciou a toda pretensão de possuir os extraordinários poderes e sinais dos apóstolos, peculiares a era da inspiração e que desapareceram com eles”.
    Fonte: Resposta ao bispo de Londres, Obras IV, 9. Segunda carta ao bispo de Londres, Obras IV, 167. Em prefácio aos sermões sobre assuntos importantes, George Whitefield, 1825, XXV.

    9. James Buchanan (1843)
    “Os dons milagrosos do Espírito há muito que foram retirados. Foram usados para cumprir um propósito temporal, como um andaime que Deus usou para construção do templo espiritual. Quando o andaime não teve mais necessidade foi removido, mas o templo permanece em pé e é habitado pelo Espírito de Deus – 1 Co 3.16”.
    Fonte: O oficio e obra do Espírito Santo, 34.

    10. Charles Haddon Spurgeon (1871)
    a. Em uma quantidade de sermões testifica este mesmo ponto de vista. “Os apóstolos pregavam e foram homens escolhidos como testemunhas, porque pessoalmente havia visto o Salvador, um ofício que necessariamente desaparece apropriadamente, porque o poder milagroso também se retira”.
    b. Não podemos esperar nem necessitamos desejar os milagres que acompanharam o dom do Espírito. As obras do Espírito que hoje são concedidos a igreja de Deus são em todo sentido tão valiosos como aqueles dons milagrosos anteriores que desapareceu da nossa presença. A obra do Espírito Santo mediante o qual os homens recebem vida de sua morte em pecado, não é inferior ao poder que capacitou os homens a falar em línguas”.
    Fonte: O Púlpito do Tabernáculo Metropolitano, 1871, Vol. 17, 178. O Púlpito do Tabernáculo Metropolitano, 1881, Vol. 27, 521. O Púlpito do Tabernáculo Metropolitano, 1884, Vol. 30, 386 ss.

    11. Roberto L. Dabney (1876).
    “Logo que a igreja primitiva foi estabelecida não existia a mesma necessidade de sinais sobrenaturais, e Deus o extinguiu. Desde então, a igreja tenta conquistar a fé do mundo mediante o exemplo e ensinamento somente, vigorizada pela iluminação do Espírito Santo”.
    Fonte: A pregação, um erro, Discussões Evangélicas e Teológicas, Vol. 2, 236-237.

    12. George Smeaton (1882).
    “Os dons sobrenaturais extraordinários foram temporais e haviam de desaparecer quando a igreja estivesse fundada e o Cânon inspirado da Escritura concluído; porque eles foram uma prova externa de uma inspiração interna”.
    Fonte: A doutrina do Espírito Santo, 51.

    13. Abraham Kuyer (1888).
    “Muitos dos dons carismáticos concedidos a igreja apostólica não são de utilidade para a igreja de hoje”.
    Fonte: A obra do Espírito Santo, 182, ed. ingl. 1900.

    14. W.G.T. Shedd (1888).
    “Os sobrenaturais dons de inspiração e milagres que possuíram os apóstolos não foram continuados para seus sucessores ministeriais, posto que não era necessário. Todas as doutrinas do cristianismo haviam sido reveladas aos apóstolos e tinham sido entregues a igreja de forma escrita. Não havia mais necessidade de posterior inspiração infalível. E as credenciais e autoridade dadas aos primeiros pregadores do cristianismo em atos milagrosos não requerem repetição continua de uma era a outra. Uma era de milagres devidamente autenticada é suficiente para estabelecer a origem divina do evangelho”.
    Fonte: Teologia Dogmática, Vol II, 369.

    15. Benjamin B. Warfield (1918).
    “Estes dons foram autenticação dos apóstolos, constituem em parte as credenciais dos apóstolos em sua qualidade de agentes autorizados de Deus na colocação do fundamento da igreja. Sua função limitou a igreja apostólica, de maneira distintiva e necessariamente desapareceu com ela”.
    Fonte: Milagres falsos, 6.

    16. Arthur W. Pink (1970).
    “Assim como houve muitos ofícios extraordinários (apóstolos e profetas) no começo da era cristã e, também muitos dons extraordinários, como não houve sucessores designados, os dons cessaram porque dependiam dos ofícios. Não teremos mais os apóstolos como agentes e, por conseguinte os dons sobrenaturais e comunicação dos quais constituem parte essencial dos sinais dos apóstolos”.
    Fonte: O Espírito Santo, 179.

    17. Walter J. Chantry (1990).
    “Segundo Paulo os dons espirituais cessariam no futuro; todavia, quando João escreveu Apocalipse, os dons se tornaram coisas do passado”.
    Fonte: Sinais dos Apóstolos, cap. 5, pg 65.

    Resposta
    • 5. Maurício  |  outubro 13, 2009 às 5:03 pm

      Djalma,
      taí a diferença entre dizer que o outro disse e mostrar com fontes documentadas e nas palavras do próprio.
      este artigo q vc postou é muito mais bem documentado e digno de crédito do que o do autor deste blog.
      por exemplo:
      1 – já ouvi muitas pessoas dizerem que Lutero falava em “línguas”, mas todos estão repetindo o que um outro disse e não apresentam uma evidencia disso. Lutero falava em línguas? que o autor do post prove com evidencias e citações de lutero e não dizendo que fulano, que não é contemporâneo de Lutero, disse que Lutero falava. só pq quem disse é “eminente”, tudo o que diz é fato e não precisa ser provado? (o mesmo vale pro caso dos huguenotes)
      2 – dizer que anabatistas, quackers, e outros falavam em “línguas”, é evidencia contra o dom, e não a favor, pois muitos desses eram hereges que negavam doutrinas fundamentais das Escrituras. seria a mesma coisa que dizer que estes dons continuam pois os católicos carismáticos os manifestam.
      3 – alguns dos citados falaram em línguas enquanto dançavam nus sobre túmulos. isso é evidencia de dom do Espírito?
      tão de brincadeira!

      Resposta
  • 6. JORGE RIBEIRO  |  setembro 6, 2008 às 8:30 pm

    GOSTEI MUITO SO REFORMADO MAS NAO NEGO O AVIVAMENTO NO DECORRE DA HISTORIA

    Resposta
  • 7. ismael barbosa de oliveira  |  abril 17, 2009 às 6:53 am

    depois que tive contato com o livro ” pentecoste para todos”, tive uma nova visao do batismo com o espirito santo.

    Resposta

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