Espiritualidade, avivamento e equilíbrio

novembro 29, 2007 at 12:30 pm 2 comentários

eeee.jpgIntrodução 

“Deus estava perto de nós no culto. Na oração, o Espírito Santo se manifestou Poderosamente. Alguns riam debaixo do poder, outros falavam em línguas, outros  profetizavam, e todos se alegraram muito. Nunca vi o poder de Deus derramado num culto como hoje na Vila Correia. O Espírito Santo fez, Ele mesmo, por meio de uma irmã, o convite para os pecadores se converterem. Uma grande multidão se reuniu ao ver esta manifestação maravilhosa do poder de Deus. Também durante a pregação, as bênçãos de Deus caíam sobre os crentes! Aleluia!”1.  Foi dessa forma que o missionário Gunnar Vingren descrevia um culto realizado no Estado do Pará no dia 2 de maio de 1913. Percebemos na seqüência alguns termos que já são bem populares no vocabulário pentecostal moderno. São eles: ri debaixo do poder, falar em línguas e profetizar. Fenômenos como esses aconteciam com freqüência entre os primeiros pentecostais. A bem da verdade, esses fenômenos que faziam aflorar as emoções dos crentes não se limitavam aos avivamentos pentecostais, ou ao que outros movimentos avivalistas experienciaram de forma diferente, mas com semelhantes emoções. A questão não deve ser focalizada, portanto, na existência ou não desses fenômenos, mas na maneira como se reage a eles.

 Os Perigos dos Pneumatismos Anárquicos

 Muito se tem falado na teologia pentecostal moderna sobre os “modismos”, “inovações” e os “excessos” no exercício dos dons espirituais. Pesquisadores sérios como Esequias Soares, Paulo Romeiro e Ricardo Gondim têm demonstrado os perigos doutrinários a que se pode chegar quando um avivamento é divorciado dos princípios bíblicos. 

 Há o perigo dos “pneumatismos” que conduzem à anarquia espiritual. Na gênese das seitas que dizem ser criação do Espírito de Deus, encontra-se com abundância as mais insidiosas aberrações teológicas. Esse é um problema que não pode ser simplesmente ignorado por se desejar preservar um evangelicalismo ou um suposto avivamento. Um fato de fácil observação e que merece ser destacado é que uma dicotomia extremada parece querer dominar todos os campos das verdades teológicas. Os dons espirituais, portanto, não são exceções à regra. Já no período de 1742 a 1743, Jonathan Edwards pregou uma série de sermões que, em 1746, veio a se tornar um Tratado Sobre Afeições Religiosas, no qual ele tratava desse problema. N. R. Needham observa que Jonathan Edwards “teve que lutar em duas frentes. Por um lado, tinha que argumentar contra aqueles que descartavam todo o avivamento como histeria irracional; por outro, tinha que argumentar contra aqueles que pareciam pensar que tudo o que aconteceu no avivamento era (de Deus), não importa quão estranho, extremista ou desequilibrado isso fosse. Essas duas posições antagônicas parecem familiares?”2.  Uma das faces dessa dicotomia é vista por um lado naqueles que estão prontos a acreditarem e defenderem qualquer fenômeno espiritual sem a mínima preocupação de dar-lhe uma fundamentação bíblica e teológica. Para estes, a regra da validação dos dons espirituais parece ser a sobrenaturalidade. As perguntas que validam tais fenômenos costumam ser: É sobrenatural? É fenomenal? É tremendo? Donde se chega à conclusão: Então é de Deus! Uma outra coisa que precisa ser dita sobre esse modelo de “avivamento” é que ele além de não ser bíblico produz apenas uma espiritualidade superficial nos crentes.  A.W.Tozer observou: “Creio que a imperativa necessidade do momento não é apenas de reavivamento, mas de uma reforma radical que atinja a raiz dos nossos males morais e espirituais e que trate mais das causa que das conseqüências, mas do mal que dos sintomas. Minha sincera opinião é esta: nas atuais circunstâncias não estamos desejando de todo um reavivamento. Um vasto reavivamento, do tipo do cristianismo de que hoje temos conhecimento (…) pode bem provar ser uma tragédia moral da qual não nos recuperaremos dentro de cem anos.”3  

Os Perigos de uma Ortodoxia Engessante

 Por outro lado, as teologias que engessam qualquer manifestação do Espírito Santo caracterizam a outra face da dicotomia. O Espírito Santo parece perder o seu direito de falar para a Igreja hoje. A.W.Tozer já demonstrava uma grande preocupação com essa maneira de enxergar os dons espirituais. Em seu livro O caminho do poder espiritual, ele diz: “Por toda uma geração, certos mestres evangélicos nos têm dito que os dons do Espírito cessaram por ocasião da morte dos apóstolos ou quando se completou o Novo Testamento. Certamente esta doutrina não tem a seu favor sequer uma sílaba de autoridade bíblica. Os que defendem tal idéia devem assumir inteira responsabilidade por essa aberrativa manipulação da Palavra de Deus.”4  Será que na nossa teologia pentecostal de hoje não há mais espaço para as manifestações carismáticas do Espirito Santo? Como obreiro pentecostal, tenho me preocupado com a forte reação negativa aos dons espirituais demonstrada por alguns setores dentro do pentecostalismo. A desculpa de que os fenômenos espirituais no pentecostalismo são pura meninice ou excesso parece muito simplista e não toca no cerne da questão. O teólogo Martin Lloyd Jones já dizia, ao se referir a um avivamento: “E assim temos esta curiosa, estranha mistura, de grande convicção de pecado e grande alegria, um grande senso de temor do Senhor, ações de graças e louvor. Sempre, num avivamento, há o que alguém definiu como uma divina desordem (…) Há ocasiões em que as pessoas estão tão convictas e sentem o poder do Espírito de tal forma que desmaiam e caem no chão, e têm até convulsões, convulsões físicas. E às vezes as pessoas parecem cair num estado de inconsciência, numa espécie de transe, e podem permanecer assim por horas”.5 As manifestações “estranhas”, “meninices” que ocorrem durante a manifestação dos fenômenos espirituais em avivamentos não devem constituir motivo para que não os desejemos. As manifestações periféricas existem e devem ser devidamente tratadas, mas a essência do avivamento é outra. Quem já conviveu e presenciou o exercício dos dons espirituais sabe exatamente o que significa o que o apóstolo Paulo quis dizer: “Assim vós, visto que desejais dons espirituais, procurai progredir, para a edificação da igreja”, 1Co 14.12. Os dons espirituais edificam e tornam o avivamento proveitoso. 

Mapeando os Fenômenos de um Avivamento  

Dois autores têm se destacado no estudo dos fenômenos espirituais do pentecostalismo e do neopentecostalismo. São eles Jack Deer e John White, respectivamente. Como psiquiatra, Jonh White procura dar explicações sobre as manifestações das emoções nesses avivamentos. Por outro lado, Jack Deer, que possui uma sólida formação teológica (Deer é Doutor em Teologia e ex-professor de Antigo Testamento e hebraico do Dallas Theological Seminary, onde foi instrutor de mestrado por alguns anos), faz um resgate histórico desses fenômenos na história da igreja, procurando sempre mostrar o lado positivo dos fenômenos pentecostais. As obras desses autores foram publicadas no Brasil. Surpreendido pela voz de Deus, Jack Deer (Vida); Surpreendido pelo poder do Espírito, Jack Deer (CPAD); e Quando o Espírito vem com poder, John White (ABU Editora). 

Cair no Espírito 

Tanto Deer como White têm dado forte ênfase aos dons espirituais. Infelizmente, é justamente na manifestação exterior dos fenômenos espirituais que a batalha tem se concentrado.  John Wesley enfrentou forte oposição de outros líderes cristãos justamente porque durante a sua pregação algo incomum acontecia. No seu diário há vários casos relatados. Wesley registrou nele algo que ocorreu durante a sua pregação do dia 25 de abril de 1739: “Imediatamente um, depois outro e outro caíram no chão; eles caíam em toda parte, como atingidos por um raio”. Em outra parte do seu diário, o pai do metodismo registra: “Um, depois outro e mais outro foram lançados ao chão, tremendo excessivamente na presença do Seu poder. Outros gritaram, em voz alta e amargurada: O que devemos fazer para ser salvos?’”.6  O cair sob o poder de Deus ao qual Wesley se refere é conhecido hoje na  teologia pentecostal como “cair no Espírito”. A obra The New International  Dictionary of Pentecosta and Charismatic Movements observa que essa é “uma expressão moderna para denotar o fenômeno religioso de uma queda individual, sendo que a causa é atribuída ao Espírito Santo. O fenômeno é conhecido entre os pentecostais modernos e na renovação carismática sob vários nomes, incluindo ‘caindo sob o poder’, ‘dominado pelo Espírito’, e ‘descanso no Espírito’’.7  William W. Menzies acrescenta: “Nessas reuniões ardentes (dos pentecostais), não era raro uma pessoa – ou muitas – cair numa espécie de transe, às vezes agitando-se violentamente. ‘Cair no Espírito’ era também um fenômeno muito difundido”. 8  Alguns autores querem diferenciar o “cair sob o poder” no avivamento wesleyano do “cair no Espírito” do pentecostalismo clássico ou moderno, afirmando que em Wesley isso ocorria como conseqüência de uma convicção de pecado, enquanto essa prática no pentecostalismo não apresenta essa mesma evidência. Sem desmerecer essa tese, ela parece muito subjetiva e carece de fundamentação mais sólida. Não há elementos que nos garantam afirmar que alguns fenômenos de “cair no Espírito” hoje não ocorram como conseqüência das mesmas convicções que experimentaram os seguidores de Wesley. Contudo duas observações sobre a ocorrência desse fenômeno parecem ser oportunas agora, e isto se deve ao fato da grande confusão criada em torno desse assunto.  

A primeira é que existe um fenômeno de “cair no Espírito” como manifestação de uma autêntica experiência espiritual bem documentada na história do pentecostalismo clássico; a outra é que existe a manipulação grosseira dessa mesma experiência. Ao se referir aos abusos causados por essa prática, Paulo Romeiro relembra que as Escrituras não oferecem qualquer apoio a esse fenômeno como algo a ser esperado ou buscado na vida cristã normal. Em seguida, Romeiro cita o Dicionário dos Movimentos Pentecostal e Carismático em sua antiga edição, que corrobora o seu pensamento: “A evidência para o fenômeno de ‘cair no Espírito’ é, portanto,  inconclusiva. Do ponto de vista experimental, é inquestionável que, através dos séculos, os cristãos têm experimentado um fenômeno psicológico no qual as pessoas caem; além disso, elas têm atribuído o fenômeno a Deus. É igualmente inquestionável que não exista qualquer evidência bíblica para a experiência como algo normal na vida cristã.”9 Rir no Espírito Apenas relembrando o que disse Gunnar Vingren em seu diário de 1913: “Na oração, o Espírito Santo se manifestou poderosamente. Alguns riam debaixo do poder”. Outra vez é oportuno enfatizar que tal fenômeno de “rir” não se limita ao movimento pentecostal. Jonathan Edwards registra que “sua regozijante surpresa fez com que seus corações estivessem a ponto de dar um salto, de forma que se condicionaram a dar vazão a risadas, lágrimas muitas vezes ao mesmo tempo fluindo numa enxurrada, e em meio a um choro audível”.10.  Deve ser dito, no entanto, e com tristeza, que essa prática tem ido a extremos. As bizarrices do “rir no Espírito” veiculadas pela mídia chega a causar náuseas. Ainda possuo comigo uma fita de vídeo que recebi dos Estados Unidos. O conteúdo da fita é de um Seminário de Inverno ocorrido na tarde de terça-feira do dia 23 de fevereiro de 1995. A fita fora intitulada When the Spirit Gets to Movin” (Quando o Espírito de Deus se Move). Isso aconteceu no auge daquilo que os apologistas chamam de a “unção do riso”. Após um estudo bíblico, o preletor começa a ministrar a cada pessoa individualmente. Ele encoraja as pessoas a se alegrarem no Senhor. A princípio as coisas acontecem dentro de certa normalidade, mas por fim ficam fora de controle. Há pessoas rindo como numa histeria coletiva por todo o auditório. Outros se contorcem em movimentos bruscos, enquanto outros riem até cair. O excesso e abuso das coisas espirituais ficam em evidência.  John White reconhece que essa experiência pode ser imitada, mas argumenta que esse não deve ser o motivo para negarmos a genuinidade da verdadeira. Ao falar do “rir no Espírito”, diz: “Em alguns círculos traz prestígio. Cair no riso do Espírito ou fazê-lo acontecer em outras pessoas pode tornar- se um marco de uma conquista espiritual. Nessas circunstâncias pode-se sentir uma certa pressão. As risadas ficam forçadas e desagradáveis. Mas não podemos desprezar as verdadeiras por temermos as falsas”.  Como citei Edwards anteriormente: “Embora haja falsas emoções na religião, e às vezes exaltadas, contudo sem dúvida há também verdadeiras, santas e boas emoções; e quanto mais estas são exaltadas, tanto melhor. E quando são exaltadas a uma altura extremamente elevada, não devem ser objeto de suspeita por causa do seu grau, mas, pelo contrário, devem ser estimadas”. 11 

Evitando os Abusos

 Seguem algumas diretrizes que julgo serem úteis para um obreiro buscar e se  conduzir frente ao avivamento:  

1) Cuidado para que o centro do avivamento esteja em Cristo e não numa manifestação espiritual exterior; 

2) Tenha sempre como fundamento a Palavra de Deus. Tenho observado que muitos pregadores quando ministram numa reunião de avivamento abandonam a Palavra de Deus (ou usam como pretexto nos seus sermões), para se concentrarem nos dons espirituais.

 3) Cuidados devem ser tomados com os pregadores que em nome de um suposto avivamento atuam como artista de púlpito, apenas animando o auditório e valendo-se de técnicas psicológicas para provocarem um emocionalismo superficial. Na verdade, esses pregoeiros estão buscando a autoglorificação.  

4) Cuidado com os avivamentos induzidos. Os estudiosos dos avivamentos observam que um avivamento acontece em primeiro lugar como resultado da vontade soberana de Deus. Os avivamentos ocorrem também como conseqüência da busca sincera de um coração puro e ardente pela manifestação da glória de Deus. Foi assim com o avivamento de 1904 no país da Gales com Evans Robert e no grande avivamento pentecostal de 1906 nos Estados Unidos da América. 

5) Cuidado com os pregadores sensacionalistas. Há relatos de pregadores que durante a ministração da Palavra de Deus param de pregar para atender Jesus no celular! Outros fazem coreografia para impressionar a Igreja. 

6) Cuidado com o avivalista que geralmente usa o nome de missionário e profeta, para exibir uma espiritualidade que não possui com objetivo de manipular a igreja e colocá-la sempre contra o seu pastor. 

7) Acompanhe de perto as reuniões de oração em busca de avivamento para que, quando este chegar, você possa canalizá-lo na direção certa.

 8) Julgue todas as supostas manifestações espirituais pela Palavra de Deus, não importando o quão espetacular pareçam ser.  

9) Procure ser sensível ao Espírito Santo, pois, quando em um avivamento acontecer alguma manifestação espiritual, Ele lhe dará convicção se aquilo é Dele ou não.  10) Observe os efeitos do avivamento. Se ele não glorificar a Jesus Cristo, não produzir mudança de vida, não promover a derrubada de ídolos, então não é do Espírito de Deus. É o Reavivamento Moderno Profundo? Fiquemos como reflexão final com as palavras de Donald Gee, um dos mais importantes representantes do pentecostalismo clássico, que ao analisar o avivamento moderno disse: “Pode ser que eu esteja errado, mas uma das coisas que percebo no reavivamento moderno é a grande tendência de manter a congregação feliz (…) se eu entendo a minha Bíblia, um reavivamento verdadeiro começa por fazer todos infelizes. A verdadeira felicidade começa com a infelicidade, com a preocupação dos pecadores. Outra coisa que me preocupa é a apostasia fácil hoje em dia. Meu receio é que da mesma maneira rápida como as pessoas vêm, elas se vão”.   A terceira pergunta a respeito do reavivamento moderno, e que me está causando a mais grave preocupação, é o declínio do sobrenatural. Que Deus conserve o Pentecoste pentecostal! Acredito firmemente que devemos receber a manifestação do Espírito de Deus em nós.  Tenho notado, em toda parte, como as reuniões estão seguindo uma rotina: começam com três hinos, depois vêm os pedidos de oração e tudo o mais segue de acordo com o programa. 

A liturgia é boa. “Todavia, numa igreja pentecostal livre, verdadeira, nunca se sabe o que poderá acontecer em seguida. Se o leitor me perguntasse o que considero a mais profunda necessidade entre nós, eu diria que é o arrependimento. Se o arrependimento não estiver no reavivamento, este não terá profundidade suficiente. O arrependimento é o requisito do batismo no Espírito Santo. Fico a pensar se a falta de arrependimento não é a razão dos nossos batismos atuais serem tão superficiais.  Oremos por um novo derramamento do Espírito Santo sobre o pregador e sobre todos nós, até que a terra amoleça com uma chuva serôdia, até que tenhamos um profundo reavivamento, reavivamento que nos conservará quebrantados, derretidos e amaciados diante do Senhor.”

12 Revista Obreiro, Ano 27, n.29, jan-mar, 2005, p.40-45.   

BIBLIOGRAFIA 

1 VINGREN, Gunnar. O Diário do Pioneiro. 5ª edição, Casa Publicadora das Assembléias de Deus, Rio de Janeiro, RJ, 1993. 

2 NEEDHAM, N. R. no prefácio do livro de Jonathan Edwards: “A Genuína Experiência Espiritual”.PES – Publicações Evangélicas Selecionadas. São Paulo, SP.

 3 TOZER, A. W. O Caminho do Poder Espiritual Editora Mundo Cristão, São Paulo, SP. 

 4 TOZER, A. W. op.cit.

5 JONES, D.M. Lloyd. Avivamento. PES – Publicações Evangélicas Selecionas, São Paulo, SP.  

6 BURGESS, Stanley M. & MAAS, Eduard M. Van. The New International Dictionary of Pentecostal and Charismatic Movements. Zondervan, Grand Rapids, Michigan, U.S.A, 2002. 

7 MENZIES, William W. No Poder do Espírito – fundamentos da Experiência Pentecostal. Editora Vida, São Paulo, SP. 

8 ROMEIRO, Paulo. Evangélicos em Crise. Editora Mundo Cristão, São Paulo, SP pág. 791.  

9 EDWARDS, Jonathan. The Works of Jonathan Edward. Citado por John White em Quando O Espírito Vem Com Poder. ABU – Aliança Bíblica Universitária. 

10 WHITE, John. Quando o Espírito Vem Com Poder. ABU Editora. São Paulo, SP, 1998.  

11 GEE, Donald. Depois do Pentecostes. Editora Vida, São Paulo, SP.   

Autor: Pr. José Gonçalves é líder da Assembléia de Deus em Senhora dos Remédios (PI), conferencista, escritor e professor de Grego, Hebraico e Religiões Comparadas.

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