Neo-pós-pseudo-pentecostalismo!

novembro 29, 2007 at 5:57 pm 7 comentários

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O objetivo dessas observações é mostrar a tragédia que o movimento neopentecostal fez e está fazendo no meio evangelical, seja no pentecostalismo clássico, seja nas igrejas fundamentalistas-reformadas.

A expressão “neo-pós-pseudo-pentecostalismo” ¹ foi cunhado por Robinson Cavalcanti e designa muito bem o movimento neopentecostal ou carismático². O neopentecostalismo erra em muitos pontos e se afasta a cada dia do protestantismo histórico. É bom observar que há teólogos respeitados, como Luís Sayão, que acreditam em uma restauração doutrinária dos neopentecostais, Sayão comentou que: “Todo o mundo critica o movimento neopentecostal. Devemos avaliá-lo sociologicamente. Em breve eles sofrerão mudanças e buscarão uma sedimentação”³. É de se esperar que essa sedimentação aconteça logo e tomara que realmente aconteça! A abordagem desse texto é mostrar os principais defeitos no neopentecostalismo.

  

a) O neopentecostalismo desenvolve uma espiritualidade sem vínculo.

  

A excessiva valorização de catedrais, mega-ajuntamentos, grandes eventos , cultos midiáticos e similares; mostra que o neopentecostalismo desenvolve um espiritualidade sem ligação eclesiástica, ou seja, as pessoas vão a igreja como se fossem ao shopping-center, vão buscar algo e não entregar, tem vínculos mercantilistas e não comunitários. Ricardo Gondim fez uma ótima observação em relação ao assunto:

  

Os neopentecostais desenvolveram uma espiritualidade “templista”, sem vínculos comunitários. Sacralizam-se os prédios, valorizam-se os mega ajuntamentos, mas não se promovem relacionamentos. As pessoas se sentem sozinhas e autônomas no meio de uma multidão. Vão à igreja como quem vai a qualquer lugar público, sem sentimento de pertencimento.4

  

Dentro desse contexto é muito comum o trânsito religioso. Hoje o sujeito é de uma igreja, amanhã já de outra denominação. Há líderes neopentecostais que chegaram a fundar duas denominações diferentes.

Há não somente uma falta de vínculo comunitário, mas também, falta vínculo doutrinário, litúrgico, de ethos (costumes) e tradições. Sendo que o maior perigo é a falta de base teológica e ou doutrinária. Muitos neopentecostais, continuam com crenças herdadas de uma religião ou seita que anteriormente ele tenha participado. A falta de discipulado, infelizmente, é comum em todos os ramos do evangelicalismo, principalmente no neopentecostalismo, e ainda há um desprezo muito grande pelo ensino da Palavra. Os neo pentecostais não investem em escola dominical, cultos de ensino, classes de discipulado, seminários teológicos etc.

  

b) o neopentecostalismo desenvolve um pregador arrecadador e não doador.

  

A principal preocupação para um bom “pregador” neopentecostal, não é o seu domínio das ciências bíblicas, juntamente com uma vida devocional exemplar, mas sim, o seu domínio na retórica da oferta. Em uma famosa denominação neopentecostal no Brasil, você só pode ser ordenado ao ministério pastoral, se a sua congregação arrecadar mais de 5 mil reais por mês em dízimos e ofertas. Qual será a pregação principal de um sujeito sob tamanha pressão? Certamente que será ofertas, dízimos, desafios de fé e teologia da prosperidade. Uma congregação de bairro de não dá “lucro”, é fechada imediatamente pelos “bispos” de algumas denominações neopentecostais. Será que a construção de templos é uma preocupação evangelísticas e de bem-estar da igreja local ou mais uma fonte de arrecadação? Não é nem preciso responder! A absurda compra de “cura-divina” por meio de ofertas, é comum em algumas igrejas neopentecostais. São cartões de oferta com valores de 10, 20, 50, 100 reais, sendo que os valores mais altos recebem “orações mais fortes”. Não seria essa prática uma indulgência moderna? Esses “profetas” neopentecostais sem aproximam a cada dia do sectarismo.

Em que consiste alguns cursos para líderes em igrejas neopentecostais? As matérias principais de muitos desse cursos, não é teologia sistemática ou exegese, mas sim, técnicas de marketing.

O papel pastor-ovelha, dentro desse contexto “templista”, é substituído pelo modelo empreendedor-cliente. Igrejas neopentecostais, normalmente, não possuem seminários, mas apenas cursos esporádicos de retórica ou métodos de marketing, como acima observado. O obreiro neopentecostal não é uma pessoa treinada para ser líder de uma igreja local, mas sim, de ser o mais persuasivo com aqueles que o visitam. Não existe ovelha, e os pastores nem podem ser chamados de pastores, pois normalmente são itinerantes. Um itinerante não tem a possibilidade de ter ovelhas, logo, não é um pastor.

  

c) o neopentecostalismo tem, a teologia da prosperidade, como a principal pregação.

  

O conceito de “Deus papai-noel”, cunhado no passado pelo teólogo alemão Dietrich Bonhoeffer, homem que lutou contra o secularismo eclesiástico de seu tempo, expressa muito bem a realidade materialista do movimento neopentecostal. A cosmovisão neopentecostal tem dificuldades de contemplar o futuro, o céu, a salvação, a redenção; palavras com esperança, espera, paciência, perseverança não fazem parte do vocabulário imediatista dos neopentecostais. Imediatismo é a filosofia dos pregadores do aqui-e-agora, é a bênção rápida e eficaz em pregações pragmáticas, ou seja, “pregações que funcionam”.

Sempre a teologia da libertação é colocada como uma visão comunista do cristianismo, da mesma forma, a teologia da prosperidade é uma versão capitalista de um evangelho distorcido, que busca riqueza e bens terrenos, em detrimento do que os bens celestiais. Junto com a teologia da prosperidade há um mal igual, que é o triunfalismo. O triunfalismo não aceita derrotas, infortúnios, doenças, perdas, pois é o evangelho do “só vitória”. Infelizmente, alguns pregadores que dizem ser pentecostais, são triunfalistas de carteirinha, sendo essa uma característica neopentecostal que tenta deturpar o pentecostalismo clássico.

  

d) o neopentecostalismo prega o ter em vez do ser.

  

A pregação sobre moralidade, santidade, caráter, Fruto do Espírito são deficientes no meio neopentecostal. O ter é mais valorizado do que o ser. É muito difícil pregar contra a ambição, a sedução das riquezas, o engodo da soberba nos púlpitos “universais”. O verdadeiro cristão na cosmovisão neopentecostal é aquele que passou da pobreza para a riqueza. Será a riqueza evidência de prosperidade? A prática mostra que não, pois o segundo homem mais rico do mundo, o bilionário Bill Gates, é um ateu! Será que Gates é mais espiritual que um pobre cristão africano sem almoço para esse dia?

  

e) o neopentecostalismo valoriza excessivamente a sua liderança.

  

Ouvir rádio evangélica, com poucas exceções, pode ser uma verdadeira tortura para aquele que busca a ortodoxia no cristianismo. É comum, na vasta programação neopentecostal, ouvir liderados referir-se a sua liderança como: “o apóstolo da fé, grande homem de Deus, o maior evangelista do século, o nosso bispo primaz, o homem que faz e acontece etc”. É uma verdadeira idolatrização da liderança, que se segue sem um senso crítico, mas em um caminho cego.

Muitos líderes, sem caráter, no neopentecostalismo, são acusados dos mais diversos crimes, como estelionato, curanderismo, lavagem de dinheiro etc. Os fiéis dessas igrejas, na maioria das vezes, são indiferentes as claras acusações e preferem atribuir esses problemas a perseguição da Rede Globo ou do próprio Diabo. É comum, alguns desses líderes, se compararem aos apóstolos, que foram perseguidos por causa do evangelho. Um sofisma que muitas vezes funciona, infelizmente!

 Em denominações neopentecostais não há conselhos de doutrina, concílios para decidir os rumos da denominação. Em uma denominação neopentecostal, o líder-fundador é quem decide tudo, desde da forma litúrgica, passando pela doutrina e até o destino das finanças. É uma liderança incontestável, um líder que está acima de tudo e todos, que não presta contas a ninguém. Uns mais espirituais, dizem que ninguém pode tocar “nos ungidos de Deus”, ou seja, se colocam acima dos demais espiritualmente. Os pastores e obreiros menores nessas denominações imitam a oratória, os gestos, a maneira de se vestir dos seus líderes.

A “renovação apostólica” é um novo modismo que mostra a colocação acima da crítica dos líderes neopentecostais. Primeiro veio os bispos, quebrando uma tradição protestante de não inventar cleros acima de leigos, como no catolicismo romano. Depois veio as bispas(sic) e agora tem os “apóstolos”, há notícias de pastores que agora são chamados de “arcanjo”. É muita aberração para pouco espaço! Um famoso pastor disse certa vez: “Daqui a pouco temos o vice-Deus”.

 Outra novidade é a chamada “cobertura espiritual”. Líderes que ameaçam seus liderados, dizendo que elas necessitam da cobertura deles, como apóstolos. Cobertura é uma falácia, pois biblicamente, não há cobertura espiritual da parte dos homens, mas somente de Deus.

Hoje, no meio neopentecostal, há uma febre por títulos teológicos. São muitos que dizem ser Doutor em Divindades(D.D) e fizeram curso por correspondência de, no máximo, um ano. A internet está cheia desses falsos cursos, que é uma malandragem de compra e venda de diplomas. Com 2 mil dólares, qualquer pessoa pode comprar um título de doutor em divindade nos Estudos Unidos, ficando até mais chique. Para ser um doutor em teologia, em uma faculdade séria, se estuda em média dez anos e há uma dedicação acadêmica, isso por parte do discente. Estudar bacharel de teologia em um ano é como estudar medicina em dois anos, é um grave erro e nada se aprende, sendo assim um falso curso.

   

f) o neopentecostalismo tem uma hermenêutica diferente do cristianismo histórico.

  

Se você já ouviu pregações em igrejas neopentecostais, percebeu que a maior parte das pregações são no Antigo Testamento? Já viu que os pregadores “avivalistas” gostam de textos que abordam a história da Abraão, Elias, Eliseu, Davi, Daniel, Jeremias etc? Percebeu que o ministério profético do Antigo Testamento é muito abordado nas preleções dos “conferencistas internacionais”? Se não, ouça e verá!

 Em trabalho acadêmico para a Faculdade Teológica Batista de Campinas, sobre o neopentecostalismo, o professor Isaltino Gomes Coelho observa que “a leitura bíblica neopentecostal é atomizada…isto é, fragmentada, de versículos isolados, é desculturada, desarrigada de seu contexto e usada alegoricamente. Sendo assim, prega excessivamente no Antigo Testamento. Abusa dos símbolos vero-testamentário e aplica a simbologia judaica de forma distorcida na igreja hodierna, que é ou deveria ser neotestamentária. Como observou o teólogo Esequias Soares: “Seus líderes inventam campanhas, tentando realçá-las em textos e personagens do Antigo Testamento, empregando figuras e símbolos, completamente fora do contexto bíblico, como ponto de contato para estimular a fé, e também para arrecadar fundos”6. São campanhas dos “318 pastores”, “Unção apostólica de Elias”, “Azeite da Viúva”, “Porção dobrada de Eliseu”, “Derrubando as muralhas de Jericó”. O teólogo Paulo Romeiro, que é de confissão pentecostal, observa:  As campanhas semanais, os cultos “de libertação”, “da vitória”, “da conquista” e “da prosperidade” se multiplicam na disputa de fiéis. Tudo isso dirigido a um público despreocupado também com as regras de interpretação bíblica, pouco afinado com a reflexão, mas numa busca constante e intensa de solução. Os pregadores farão tudo para atrair seus “clientes”, muito disputados hoje em dia no mercado evangélico.7  

Quando se quer extrair, de modo legítimo, um ensinamento bíblico; se parte para a hermenêutica histórica, contextual, lingüística e teológica, mas a analogia é o aspecto central na hermenêutica neopentecostal. Em vez de uma exegese, para extrair do texto bíblico o que ele diz, se pratica a eisegese, colocando no texto o seu próprio pensamento, ou seja, se tenta justificar por meio da Bíblia. A Bíblia para o neopentecostalismo é indicativa, ou seja, se recorre a ela como justificadora de suas práticas, mas não normativa, ou seja, determinando as doutrinas e práticas da igreja. A Bíblia, no neopentecostalismo, é um simples amuleto e enfeite de emaranhados de doutrinas estranhas as Sagradas Escrituras.

Uma questão importante na hermenêutica neopentecostal é que ele é pragmática e empírica. Pragmática se entende que a interpretação bíblica do neopentecostalismo busca praticidade ou funcionalidade de sua crença; se algo é prático e dá certo, então é preciso inserir na doutrina neopentecostal. Quando algum apologista critica as experiências e crenças no neopentecostalismo, os seus promotores vem com os seguintes argumentos: “mais as pessoas são curadas”, “mas isso tem dado certo”, “explique os milagres de meu ministério” etc. Sempre se recorre a funcionalidade de suas doutrinas. A experiência sempre procede a doutrina no neopentecostalismo. O Rev. Alderi Sousa de Matos observa:

  

No neopentecostalismo – inclusive nos seus enclaves nas denominações históricas -, por mais que seus integrantes se declarem defensores das Escrituras, a importância atribuída as fenômenos, maravilhas e novas revelações os empurrarão à incômoda conseqüência prática de terem na Bíblia a sua “fonte secundária” de conhecimento. 8

  

No contexto na interpretação bíblica, a experiência conta como a mais alta autoridade, determinando os sentidos de um texto. A Bíblia, nessa situação, não é a regra de fé e prática. Kenneth Hagin estabeleceu a fórmula de fé da confissão positiva, baseado em um suposto encontro com Jesus, por meio da visão ele criou uma nova doutrina. A revelação, as crenças pessoais, as profecias, as visões tomam o lugar da Palavra de Deus, no momento em que elas estabelecem doutrina.

 A hermenêutica neopentecostal é individualista e mística. Quando se lê a Bíblia, não procuram compreender o significado original que o escritor, inspirado pelo Espírito Santo, escreveu. Cada crente que leia a sua Bíblia e interprete da maneira transcendental, por meio de uma revelação interior. Procuram sempre achar novas verdades, e dizem ser portadores de nova revelações, desprezadas pelas igrejas durante séculos. Sendo esse entendimento, sempre individual, por meio de uma iluminação. Na leitura neopentecostal, o Espírito Santo, dá o significado de um texto para necessitadas específicas de várias pessoas, ou seja, o versículo passa a não ter uma significação absoluta, mas é uma mensagem diferente em cada revelação. Um pregador neopentecostal, instruindo novos convertidos, disse: “Vocês precisam ouvir a voz de Deus, ser guiados pelo Espírito Santo. Para isso, orem nas madrugadas e peça que Deus revele a Sua vontade para a sua vida. Então Deus vai te acordar pelas madrugadas e te dirá aquilo que tu precisas fazer.” Esse pregador dá a entender que a sua vida é guiada por revelações, quando esse não é o propósito das revelações (dom da palavra do conhecimento). A vida do cristão é guiada pelo Espírito Santo, que usa a sua Palavra, para direcionar segundo as Suas diretrizes.  

g) a demonologia neopentecostal

  

Os neopentecostais têm uma visão dualística do cosmo, ou seja, há uma constante luta entre o Bem e o Mal, e tudo aquilo que não é de Deus, logo é do Diabo. Para a cosmovisão neopentecostal, o mundo está dividido por essas duas forças equivalentes. Para eles a doença nunca vem de Deus, logo, todas as doenças são diabólicas. Para eles a pobreza não pode vir de um Deus riquíssimo, logo, a pobreza é do Diabo. Nesse pensamento, chamado dualismo, o mundo está bem dividido entre o Bem e o Mal, entre Deus e o Diabo. O dualismo fere a revelação bíblica, onde o Deus, o ser bondoso por natureza, é infinitamente maior do que o mal provocado pelo Diabo.

O exorcismo nas igrejas neopentecostais, é uma prática midiática e um verdadeiro espetáculo, onde pessoas (seres-humanos) são expostos ao ridículo, com muitas luzes e câmeras. O teólogo assembleiano Claudionor Corrêa de Andrade, em uma linguagem pastoral, escreveu:

  

Há muitos obreiros que, para cevar o marketing pessoal, fazem uma verdadeira campanha publicitária para libertar os oprimidos do Diabo. Perguntam o nome do demônio e querem saber a sua procedência. Em seguida, interrogam-no acerca de sua missão, como se ninguém soubesse ser o trabalho do Diabo matar, roubar e destruir (Jo 10.10). E com isto desperdiça-se todo o tempo da exposição da Palavra de Deus, introduzindo o povo a uma macabra distração. 9

  Os neopentecostais, em especial Kenneth Hagin, acreditada que um cristão verdadeiro pode ser possesso por um demônio, mas não no seu espírito, e sim no seu corpo ou em sua alma; fazendo uma separação inexistente na Bíblia. Como pode um cristão ter demônios em seu corpo ou em sua alma, enquanto o seu espírito está livre sendo habitação do Espírito Santo? Só uma demonologia distante das Escrituras para afirmar tamanho engodo. Um cristão verdadeiro, por ser habitação do Espírito Santo, não pode ter em seu ser um demônio.O neopentecostalismo tem muitas doutrinas estranhas a Bíblia e cabe a cada pentecostal, uma posição apologética e de oração pela mudança e sedimentação desse movimento.

A análise sobre o neopentecostalismo termina nesse texto, mas esse assunto será discutido por meio de outros artigos no Blog Teologia Pentecostal.

    

Notas:

  

1- CAVALCANTI, Robinson. País apodrecido, igreja insípida. Revista Ultimato. Edição 303 Novembro-Dezembro 2006. p /.

  

2- Carismático é como os teólogos norte-americanos nomeiam os neopentecostais. Aqui no Brasil, carismático virou sinônimo de católico pentecostal, membro da RCC (Renovação Católica Carismática).

  

3- SAYÃO, Luiz. Pela ética e espiritualidade. Entrevista. Revista Enfoque Gospel. Edição 62 – SET / 2006.

  

4- GONDIM, Ricardo. E se o sal não salgar? Ricardo Gondim, acesso em 17/10/2007 disponível em www.ricardogondim.com.br

5- COELHO, Isaltino Gomes. Neopentecostalismo. Acesso em 09/11/2007. Disponível em http://www.ibcambui.org.br/artigos/art57.pdf  

 

 

6- SOARES, Esequias. Heresias e Modismos. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. p. 319.

7- ROMEIRO, Paulo. Decepcionados com a Graça. 1 ed. São Paulo: Mundo Cristão, 2005, p. 123.  

 

 

8- MATOS, Alderi Sousa de. Fé Cristã e Misticismo, p. 58. Citado por ROMEIRO, Paulo. Idem, p. 122.

9- ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Judas, Batalhando pela Genuína Fé Cristã. Lições Bíblicas, Rio de Janeiro, p. 43. 1° trimestre de 2002.

Autor: Gutierres Siqueira, moderador do site

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Pentecostalismo, Koinonia e Individualismo Pentecostal, não esotérico

7 Comentários Add your own

  • […] Mais exemplos do futuro do neo-pentecostalismo na parte 2 desse post. Leia mais sobre o neo-pentecostalismo aqui. […]

    Responder
  • 2. REODORMARIO C. MATA  |  fevereiro 26, 2008 às 3:16 am

    SE O NEOPENTECOSTALISMO TEM TANTO DEFEITO. HOJE ESTÁ PROVADO PELOS FATOS QUE É A DOUTRINA QUE MAIS CRESCE NO MUNDO. SERÁ QUE DEUS NÃO ESTÁ COM ELE4S? SERÁ QUE O TEMPO DE MOISES NÃO JÁ PASSOU?. CRITICAR É FACIL E ENGOLIR OS RESULTADOS QUE É O PROBLEMA. AS IGREJAS EVANG´WELICAS TODAS JUNTAS NÃO CRESCEU NEM UM TERÇO QUE AS NEO-PENTECOSTAIS, EM MENOS DE 30 ANOS DE EXISTENCIA. VAMOS FAZER UMA BOA REFLEXÃO?

    Responder
  • 3. Luiz Santos  |  abril 21, 2008 às 11:48 pm

    Realmente estes animadores de auditório são capazes de transformar o Evangelho de N, S. Jesus Cristo, em um espetáculo circense da pior qualidade. Onde deveria serpregado o Evangelho, é pregada a iniciação a Nova Era. É triste vermos alguns homens separados por Deus, que aprenderam a Palavra de Deus, torcerem-na para tirarem proveito do desespero de muitos que buscam a Cristo como Seu Senhor e Salvador. Enfim, a Biblia se cumpre em toda sua plenitude!!!!!!!!

    Responder
  • 4. rafael farias teixeira  |  agosto 11, 2008 às 9:28 am

    a paz do nosso senhor JESUS estejam com voces , bem meua amados irmão estive lendo este material alguns pontos fiquei sem entender , mas não vem ao caso , sou de igreja neopentecostal e desconcordo em n fatores com vcs apesar de ser contra a doutrina da prosperidade não vejo o neopentecostais como ” monstros ” deturbadores da palavra pois enquanto tem criticas sendo feitas ha muitas pessoas sendo salvas e querendo viver uma vida de santidade , tive esperirncias em igrejas pentecostais no qual vi homens querendo ensinar aquilo que não vive e só criticar asa atitudes dos outros temos que parar com isso de ter essa hipocrisia desvairada em nossos corações e temos que vivr a unidade cristã de vez criticar aceitar a visão do proximo , pois segundo a biblia DEUS opera de inumeras formas e o maior interresse de DEUS é se relacionar com seus filhos e ve-los viver em comunhão para que o corpo esteja preparado para o volta do senhor queria tecer mais comentarios mas fica pra proxima que DEUS seja com voces amem a paz do nosso senhor jesus …

    Responder
  • 5. MARCOS KOPESKA  |  fevereiro 10, 2009 às 11:14 pm

    Caros irmãos. Crescimento não é sinal de aprovação divina. Um câncer também cresce, mas com certeza ninguém gostaria de ter um. Deus não coroa o sucesso, ele honra a fidelidade. Outro fator: esta explosão numérica do neopentecostalismo aconteceu nos EUA na década de 80. Resultado: a geração que veio logo depois, foi uma geração de decepcionados com promessas não cumpridas, milagres não realizados, prosperidade não alcançada… Está se formando a mais cética geração da história daquele país. No Brasil o que virá depois deste tipo de cristianismo será trágico. Que o Senhor tenha misericórdia da próxima geração.

    Responder
  • 6. Priscilla Marques  |  março 11, 2009 às 12:50 am

    Paz amados,
    Sou da Igreja do Evangelho Quadrangular, e concordo com o exposto. Não estou dizendo que todas as igrejas que se dizem neopentecostais são contra Deus, mas as que se expoem, vão realmente contra a Bíblia, fazendo do culto, que deveria ser a Deus, um festival de “quem dá mais, quem dá mais” usando o nome de Jesus. Além disso, há igrejas em que se invocam demônios para possuir o corpo de uma pessoa, quando nenhum se manifesta, e há sem dúvidas os que fingem estar possessos para aumentar o sucesso do pergador. Infelizmente, esses falsos profetas e falsos pastores, sujam a imagem de todos os evangélicos, assustando até os não convertidos, que têm medo de visitar uma igreja, mesmo que não seja neopentecostal, por causa do que vêem na tv enas igrejas com portas abertas. Oro a Deus para que os seus escolhidos não sejam enganados por essa armadilha usada no nome di Deus Altíssimo. Deus abençoe a todos. Priscilla Marques

    Responder
  • 7. luis  |  março 17, 2009 às 6:43 am

    Rafaél,
    temos que ter unidade, mas, não devemos concordar com erros doutrinarios,o neopentecostalismo esta trilhando por um caminho extremamente perigoso,pessoas que não conseguem prosperar conforme os ensinos neo pentecostal estão entrando em parafuso,existem verdadeiramente ensinos falsos mas,não vejo má intenção dos seus lideres,quanto ao assunto abordado, concordo plenamente e por fim, temos que orar e esperar este modismo passar.

    Responder

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